A carga sólida é adicionada continuamente, em qualquer forma (lingotes, retorno de fundidos, massalotes, canais, aparas ou sucata flutuante como cavaco). Enquanto isso, o calor para a fusão é fornecido por um banco de resistências de imersão direta, correspondendo exclusivamente à energia requerida pela taxa de carregamento dos materiais sólidos.
Em seguida, o metal fundido é tratado, para a remoção do hidrogênio dissolvido e materiais não metálicos arrastados. A energia suplementar para a manutenção da temperatura do banho é fornecida por resistências embutidas nas paredes refratárias da seção de espera. O sistema de manutenção da temperatura é realizado por meio de resistências do tipo cartucho, dentro de tubos de alta transferência de calor.
Segundo Claudio Goldbach, CEO da empresa, entre os diferenciais desta tecnologia destaca-se o fato do aquecimento ser feito por baixo do banho e pelas laterais. Assim, não há superaquecimento, o que se reverte em economia de energia.
Estes equipamentos ainda contam com refratário de carbeto de silício metalofíbico, isolamento térmico microporoso e nenhuma conexão elétrica ou de gás às tampas.
Os fornos ITM de fusão isotérmica estão disponíveis em dois modelos, para uma produção máxima de 363 kg/h e 2.268 kg/h. Do menor ao maior modelo, as características técnicas são as seguintes: capacidade de espera de 4.536 e 11.793 t/h, potência requerida de fusão de 135 e 842 kW, potência necessária de espera de 41 e 90 kW, impulsor para 305 e 508 mm, capacidade de recirculação de 102 e 363 t/h e poço de carga para 610 e 914mm.
Fonte: http://www.arandanet.com.br/midiaonline/plastico_industrial/2015/setembro/index.php
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