segunda-feira, 30 de março de 2015

Empresa alemã oferece linhas de puncionadeiras para trabalho integrado com extrusoras

A alemã Baust desenvolveu puncionadeiras rotativas para a execução de cortes e furos em chapas de materiais plásticos como PVC, PS e PP. As máquinas podem ser integradas em linhas de extrusão, trabalhando com semiacabados de até 3 mm de espessura, com uma grande variedade de tipos de furos, conforme o projeto das ferramentas.
A velocidade das linhas de puncionamento é adaptável à das linhas de extrusão, dispensando o uso de sistemas hidráulicos ou pneumáticos, tendo em vista que as ferramentas são acionadas pelo próprio tracionamento das chapas extrudadas. Isso é possível devido à configuração do ferramental, disposto na superfície de duas rodas dentadas que atuam de forma semelhante a uma engrenagem.
puncionadeirasO conjunto preciso de punção e matriz montado nessas rodas é sujeito a um movimento circular, sendo que a parte que aloja os punções transforma a força de tração da fita ou bobina em força de puncionamento.
A integração com extrusoras é feita de modo simplificado, tendo em vista que as ferramentas estão sempre sincronizadas mecanicamente com o restante da linha de processamento. Para furar chapas mais espessas, assim como para a execução de padrões de corte complexos ou em passos maiores, pode ser necessário transferir os parâmetros de ajuste do acionamento mecânico da bobina para um sistema de servoacionamento, com a adição de um motor extra.
puncionadeiras2A Baust desenvolve também sistemas rotativos montados como unidades completas de diferentes equipamentos periféricos. A empresa ainda não possui agentes no Brasil, mas tem condições de atender a pedidos locais direto de sua matriz, na Alemanha.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Regulamentada lei que proíbe distribuição e venda de sacolinhas em SP

A regulamentação da lei 15.374/2011, que proíbe a distribuição gratuita ou a venda de sacola plásticas em estabelecimentos comerciais do município de São Paulo (SP) poderá trazer mudanças para o mercado de embalagens flexíveis. a lei estava suspensa desde junho de 2011, quando o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast) ingressou com um pedido no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para suspender a sua aplicação e com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), impedindo-a de entrar em vigor, mas em 7 de outubro de 2014, o Órgão Especial do TJ-SP considerou improcedente a ação e cassou a liminar que mantinha a suspensão da lei.
sacolaCom isso, comerciantes e consumidores teriam até 5 de fevereiro para se adaptarem à nova lei, regulamentada pelo Decreto 55.827, que autorizou a distribuição ou a venda de uma nova sacola padronizada para ser reutilizada apenas no descarte do lixo. O prazo, no entanto, foi estendido pela prefeitura do município. As novas sacolas teriam de apresentar cor verde ou cinza. As sacola verdes seriam usadas para descartar apenas resíduos recicláveis (sólidos secos) e as cinzas seriam utilizadas no descarte do lixo não reciclável.
A Resolução nº 55 da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), que detalha o Decreto, estabeleceu ainda que essas sacolas teriam de atender às exigências da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) nos termos da NBR 14937, conter em sua composição "51% de matéria prima (sic) proveniente de tecnologias sustentáveis: (bioplásticos, de fontes renováveis ou naturais de recomposição e reciclável)", possuir dimensões minimas de 48 x 55cm, espessura mínima de 30um, área minima de 2.640 cm² e suportar carga superior a 9,99 kg. A resolução nº 55 também proibiu o uso de materiais oxibiodegradáveis e oxidegradáveis na fabricação destas sacolas.
O Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast) vai levar a polêmica envolvendo a distribuição de sacolinhas nos supermercados da capital paulista ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Na prática, isso significa que o assunto poderá ser definido apenas daqui a alguns anos.
Fonte: http://www.arandanet.com.br/midiaonline/plastico_industrial/2015/fevereiro/index.html

segunda-feira, 16 de março de 2015

Romi: parceira oficial da WorldSkills São Paulo 2015

A Companhia marca presença na maior competição de educação profissional do mundo em sua primeira edição realizada na América Latina.
RTEmagicC_logo_romi.jpgA Romi, líder na produção de máquinas e equipamentos industriais, tornou-se patrocinadora oficial da WorldSkills São Paulo 2015. Em sua 43ª edição, é a primeira vez na história que a competição será realizada na América Latina. São esperados acima de 1.200 competidores de mais de 60 países dos cincos continentes, que demonstrarão habilidades técnicas individuais e coletivas para executar tarefas específicas de 50 profissões.
Para o evento, que será realizado de 11 a 16 de agosto de 2015 no Anhembi Parque, na cidade de São Paulo, a Romi disponibilizará 63 máquinas-ferramenta, entre tornos e centros de usinagem, além de 1 injetora para termoplásticos, destinadas às seguintes ocupações: tornearia a CNC, fresagem a CNC, polimecânica e automação, manufatura integrada, construção de moldes para injeção de polímeros, modelagem de protótipos e mecânica de manutenção industrial.
“Ter equipamentos Romi na maior competição de educação profissional do mundo é motivo de orgulho para nós. Essa parceria é resultado da confiança do Comitê Organizador da competição na qualidade dos nossos produtos e serviços”, afirma Luiz Cassiano Rando Rosolen, diretor da Romi.
Além dos equipamentos para a competição, a Romi também promoverá treinamentos para os competidores nas modalidades citadas, em três países - Brasil, Alemanha e Taiwan -, para abranger um maior número de alunos. O objetivo é que todos tenham acesso aos equipamentos e aos treinamentos necessários antes da competição, contribuindo para a igualdade de oportunidade aos competidores.
Segundo Carine Terlon Barreto, Coordenadora de Patrocínios e Parcerias do Comitê Organizador da competição, encontrar um parceiro para as ocupações de tornearia a CNC, fresagem a CNC e manufatura integrada foi um grande desafio, considerando o valor que os equipamentos representam para a competição. “É uma grande satisfação termos assinado o primeiro contrato do evento com a Romi, que é grande parceira SENAI”, afirma.
Parceira do SENAI há mais de 50 anos, em seu compromisso de estimular a capacitação de jovens profissionais e prover mão de obra especializada para o mercado nacional, a Romi reconhece que a educação é um fator fundamental para o progresso de qualquer nação. “Com o apoio ao ensino, estamos capacitando o profissional, colaborando, assim, com o futuro das empresas no País”, destaca Maurício Lanzellotti Lopes, gerente de vendas da Romi.

Sobre a Romi - A Indústrias Romi S.A. (Bovespa: ROMI3), fundada em 1930, é líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais. A Companhia está listada no “Novo Mercado”, que é reservado para as empresas com o maior nível de governança corporativa da Bovespa. A Companhia fabrica máquinas-ferramenta, com foco em tornos, tornos CNC, centros de torneamento e centros de usinagem; máquinas injetoras e sopradoras de termoplásticos; e peças fundidas em ferro cinzento, nodular ou vermicular, que podem ser fornecidas brutas ou usinadas. Os produtos e serviços da Companhia são vendidos mundialmente e utilizados por uma grande variedade de indústrias, tais como automotiva, de bens de consumo, máquinas em geral, equipamentos industriais e agrícolas. Em 2015, a Romi é patrocinadora oficial da WorldSkills São Paulo, a maior competição mundial de educação profissional.
P.S. A Itaquá Resistências tem uma grande variedades de resistências elétricas para todos os tipos de equipamentos, que precisam de aquecimento, InjetorasExtrusoras, Datadoras, resistências essas do tipo: CartuchoColeira MicaColeira CerâmicaManifoldResistência para Tambor e muito mais.

Fonte:
Indústrias Romi S.A.
Setor de Comunicação e Marketing
Rodovia SP 304, km 141,5
Santa Bárbara d’Oeste - SP
13453-900 - Brasil
Telefones: +55 19 3455-9514/+55 19 3455-9383
Email: scri@romi.com
www.romi.com
Março/2015

segunda-feira, 9 de março de 2015

Extrusora é usada na produção de membrana sintéticas impermeáveis

A companhia ítalo-brasileira Amut-Wortex (Campinas, SP) lançou uma linha de extrusão para a produção de membranas impermeáveis, usadas em coberturas pré-moldadas, lajes mistas, estruturas fissuráveis, calhas, baldrames e outros itens.
Extrusora produs mantas sintéticas impermeáveis, além de chapas pastilhadas de PEAD para uso na construção civil
Extrusora produs mantas sintéticas impermeáveis, além de chapas pastilhadas de PEAD para uso na construção civil
Produzidas principalmente a partir de poliolefinas termoplásicas (TPO), elastômeros termoplásticos (TPE) e poli (cloreto de vinila) flexível (PVC-f), as membranas sintéticas estão sendo cada vez mais utilizadas na construção civil em lugar de materiais betuminosos. "Diversos estudos demonstraram que os sistemas de cobertura para telhados com baixo/médio declives, feitos com membranas termoplásticas, são mais eficientes", comparou Angelo Milani, dirtor comercial da empresa. Esses estudos apontaram ainda que as mantas sintéticas apresentam características como longa duração, bom reflexo ao calor e demandam pouca manutenção.
Segundo dados da Amut-Wortex, a tecnologia recém lançada permite a fabricação da membrana em uma única etapa, o que reduz custos e simplifica o gerenciamento das fases do processo para o operador. Ela também propicia o processamento de diferentes materiais e a fabricação de produtos com múltiplas camadas.
A linha é composta por sistema de alimentação, dosador de matéria-prima, uma extrusora monorrosca com capacidade de processamento de mais de 1.800 kg/h, sistema de degasagem, troca-telas contínuo, com telas intercambiáveis, bomba de engrenagem com alta pressão e matriz plana com largura de saída superior a 4.300 mm.
A mesma linha também pode ser usada para a produção de chapas pastilhadas de polietileno de alta densidade (PEAD), aplicadas na proteção e drenagem de paredes subterrâneas, e na proteção e ventilação de mantas impermeáveis posicionadas entre fundações de cimento e o solo.
Font: http://www.arandanet.com.br/midiaonline/plastico_industrial/

quarta-feira, 4 de março de 2015

Moldes também podem contribuir para a eficiência energética

Moldes também podem contribuir para a eficiência energética

A transformação das resinas plásticas naturalmente envolve alto consumo de energia. A indústria está lutando para reduzir esse gasto, não só tendo em vista os seus custos crescentes, mas também uma força motriz igualmente forte: a obsessão pela sustentabilidade, a qual está encontrando cada vez mais apoiadores.

Durante o processamento de polímeros termoplásticos é necessário usar calor para fundi-los e, dessa forma, moldar os produtos acabados - e, nesse momento, ele deve ser novamente dissipado. Do ponto de vista energético, o produto moldado acabado encontra-se no mesmo nível que a matéria-prima que foi entregue. Portanto, o processo de transformação tem de ser tornado tão eficiente quanto possível.
Molde apresentando múltiplas aberturas contendo 384 cavidades para a fabricação de protetores de agulhas (figuras fornecidas pela Schöttli)
Molde apresentando múltiplas aberturas contendo 384 cavidades para a fabricação de protetores de agulhas (figuras fornecidas pela Schöttli)
Dentro da cadeia de processos, o fabricante de peças moldadas por injeção despende a maior parte da energia na injetora. É por isso que todos os principais fabricantes de equipamentos há muito tempo incluíram os modelos totalmente elétricos na sua linha de produtos. Em comparação com as injetoras hidráulicas, as versões elétricas apresentam perdas energéticas muito menores durante a conversão; além disso, os acionamentos elétricos oferecem a possibilidade de recuperação, ou seja, regeneração da energia durante a execução de algumas funções do equipamento.

Mas o que frequentemente se subestima é o potencial de economia que o molde de injeção propriamente dito pode proporcionar. Neste caso o uso de moldes com sistemas de alimentação plenamente aquecidos oferece os maiores potenciais. Para poder economizar energia no molde, os fluxos individuais de energia
O balanço dos fluxos de calor através do molde encontra-se em estado de equilíbrio termodinâmico
O balanço dos fluxos de calor através do molde encontra-se em estado de equilíbrio termodinâmico
são calculados usando-se programas adequados baseados no método de elementos finitos; por outro, são indispensáveis a suplementação e validação desses cálculos usando dados coletados empiricamente em laboratório. Equipamentos apropriados para as medidas e criatividade na determinação dos fluxos individuais de energia são absolutamente essenciais. A avaliação imediatamente revela os fatores relevantes e sua ponderação. Este trabalho de desenvolvimento leva a moldes de injeção que consomem menos energia, que se caracterizam por instalações com menor potência elétrica e que conseguem maior produtividade graças ao uso mais eficiente da capacidade de resfriamento.

O CALOR CONTIDO NA RESINA FUNDIDA DEVERIA RESPONDER PELA MAIOR PARTE DA ENERGIA CONSUMIDA

O objetivo aqui é alcançar uma alta fração de calor para a resina fundida em relação ao total de todos os fluxos de entrada do balanço de energia. Ao final do ciclo, o sistema de resfriamento do molde tem novamente de dissipar a energia térmica que havia sido introduzida na unidade de injeção para a fusão do plástico após a injeção do fundido na cavidade do molde. Portanto, no que concerne à eficiência energética, deve-se programar a menos temperatura possível para a resina fundida. O cálculo simplificado abaixo ilustra a influência da temperatura da resina fundida:
calculo
Pode-se observar que uma redução na temperatura da resina fundida (AT) de 10ºC, para uma vazão maciça de polipropileno fundido de 100 kg/h ao longo de um padrão de três turnos de trabalho (24h) (C igual a 2,880 J/kg.K) resulta numa economia de aquecimento de 19,2 kWh por dia. O potencial de economia aumenta ainda mais caso sejam usadas unidades de refrigeração para resfriar a água, dependendo do coeficiente de eficiência térmica - trata-se de uma quantidade significativa de energia para um molde sob operação contínua (figura 1).

A fricção gera calor - e maior demanda por pressão

Como se pode observar na prática, uma grande quantidade de energia mecânica pode ser convertida em energia térmica no sistema de alimentação, no bocal da injetora e nos canais quentes do molde.

A razão para isso encontra-se no comportamento de fluxo do material. Dependendo do fluxo volumétrico e da geometria, ocorre fricção, predominantemente ao logo das bordas do canal de resina fundida. Esta fricção se reflete, por um lado, num aumento da temperatura da resina fundida (calor de cisalhamento) e, por outro, numa maior demanda por pressão na unidade de injeção. Esta pressão, por sua veza, inclui a pressão requerida para preencher a cavidade que formará a peça moldada por injeção e as perdas de pressão no sistema de alimentação. Estas podem ser influenciadas predominantemente pelo projeto da geometria do sistema de canais quentes.

A experiência tem mostrado que a perda de pressão no sistema de canais quente de moldes com grande número de cavidades responde por aproximadamente 30 a 40% da demanda total de pressão. Deve-se ressaltar aqui que a perda de pressão é plenamente efetiva somente durante a fase de preenchimento, ou seja, enquanto houver um fluxo volumétrico. Essa perda de pressão pode ser minimizada por meio da adaptação da reologia dos canais quentes conforme a aplicação desejada.
Molde com 96 cavidades para fabricação de tampas para garrafas
Molde com 96 cavidades para fabricação de tampas para garrafas
Frequentemente este potencial é desprezado quando se usam sistemas modulares. Mas, dependendo da resina usada e de demandas específicas, tais como o comportamento quando da troca de cores e o máximo tempo de residência do plástico, os diâmetros internos para a passagem de resina fundida no sistema de alimentação devem ser tão pequenos quanto necessário e os mais curtos possíveis. A demanda de pressão reduzida se reflete num menor consumo de energia pela injetora. Um exemplo pode servir para ilustrar essa influência: num molde com 96 cavidades para tampas de garrafas (figura 2), uma redução na queda de pressão no sistema de canais quentes de 100 bar resulta numa economia de energia de aproximadamente 24 kWh.

O aquecimento da água para refrigeração é ineficiente

No caso de moldes com canais quentes plenamente aquecidos, o correspondente sistema de aquecimento elétrico pode responder por uma grande parte do consumo de energia. 

No caso ideal, a potência de aquecimento empregada deve ser apenas suficiente para manter o plástico sob a temperatura de transformação. do ponto de vista ideal, a resina fundida não deve nem resfriar, nem absorver calor. Dito de outra forma, isto significa que a potência total de aquecimento dos canais quentes deve ser projetado do ponto de vista térmico, de maneira tal que ocorra um pequeno fluxo de energia elétrica de aquecimento para a água de refrigeração. Engenheiros projetistas geralmente conseguem alcançar esse objetivo por meio da redução do número de pontos de contato e usando materiais isolantes com baixa condutividade térmica (figura 3). O sistema de canais quente precisa ser isolado da melhor forma possível para que eles desempenhem eficientemente sua função.
Modelo computacional do canal quente baserado no método de elementos finitos. A dissipação de calor desde o canal quente para o molde tem de ser reduzida
Modelo computacional do canal quente baserado no método de elementos finitos. A dissipação de calor desde o canal quente para o molde tem de ser reduzida
Em comparação, engenheiros de aplicação da Schöttli AG, de Di-essenhofen, Suíça, examinaram o consumo de energia de vários sistemas de canais quentes, manufaturados pelos principais fabricantes, usando-se esse molde para tampas de garrafas com 96 cavidades. Puderam ser constatadas diferenças significativas entre os vários sistemas individuais. O potencial de economia aqui foi de até 50% ou 240 kWh por dia. Esse ineficiente "aquecimento da água de refrigeração" também limita a capacidade dos sistemas de refrigeração existentes, o que constitui desvantagem para o resfriamento da peça moldada. Portanto, um sistema eficiente de canais quentes exerce efeito positivo sobre o desempenho do molde.

Vantagens dos moldes empilhados e dos acionamentos elétricos para o extrato de macho

Em comparação com moldes que apresentam apenas uma linha de partição, os moldes empilhados (figura mostrada no início do trabalho) oferecem potenciais de economia não reconhecidos associados ao aquecimento elétrico do sistema de alimentação. As duas superfícies de partição compartilham um canal quente comum no meio do molde. Dessa forma diminuem o número e área dos pontos de contato em comum entre o canal quente e o molde em relação ao número de cavidades. Isto significa que o consumo de energia por cavidade cai. Portanto, na prática, os transformadores de plásticos podem economizar aproximadamente 30% da energia consumida no aquecimento elétrico usando um simples molde com a assim chamada face única. O consumo relativo de energia por cavidade correspondente ao movimento das placas da máquina também cai, uma vez que a energia requerida para abrir e fechar a placa móvel do molde aumenta, mas de forma leve, enquanto o número de peças ejetadas é quase que dobrado.

Os acionamentos elétricos também iniciaram sua marcha triunfal na área dos moldes. 


Sistema hidráulicos e pneumáticos são tradicionalmente usados para acionar extratores de machos e mecanismos de fechamento por agulhas. eles são particularmente caracterizados por altas perdas de conversão.


Contudo, os acionamentos elétricos não apenas oferecem a vantagem de serem capazes de controlar precisamente os movimentos como também apresentam reduzido consumo de energia. Por outro lado, eles também impõem altos custos de investimento. Mas já foi visto que a utilização correspondente do molde faz com que os altos investimentos financeiros sejam compensados pelo menor consumo de energia.

O uso de uma filosofia de projeto orientada estritamente à eficiência energética permite que seu consumo pelo processo de moldagem por injeção seja significativamente reduzido. A experiência mostrou ainda que a exploração seletiva das constatações mostradas nesse trabalho também melhora o desempenho do molde.

Fonte: Revista Plástico Industrial